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Neurologia · Joinville, SC
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Estimulação Magnética Transcraniana · Joinville, SC

Reescrevendo circuitos.
Sem cirurgia.
Sem internação.

A EMT é a tecnologia de neuromodulação não invasiva mais avançada disponível hoje — capaz de modificar diretamente a atividade de circuitos cerebrais disfuncionais em Parkinson, demência, depressão e dor crônica.

1985
Primeiro uso clínico
40+
Anos de pesquisa
50+
Países com uso regulamentado
Agendar avaliação → WhatsApp (47) 99120-6206 · Instituto REAGE · Joinville, SC
Não invasivo Ambulatorial Regulamentado pelo CFM Sem sedação Neurologista especialista
O problema

Circuitos cerebrais disfuncionais — o que acontece no cérebro

O cérebro funciona por redes de neurônios interligados em circuitos especializados. Quando esses circuitos perdem o equilíbrio — seja por excesso ou falta de ativação — surgem sintomas que medicamentos muitas vezes controlam de forma incompleta.

No Parkinson, circuitos motores ficam hipersincronizados, gerando rigidez e tremor. Na depressão, o córtex pré-frontal dorsolateral perde atividade, comprometendo a regulação emocional. Nas demências, redes de memória enfraquecem progressivamente. Na dor crônica, circuitos de modulação nociceptiva perdem eficiência.

A EMT age diretamente sobre esses circuitos — não via corrente sanguínea, mas por campo magnético focalizado que induz corrente elétrica nos neurônios-alvo.

A técnica

Como a EMT funciona

Uma bobina posicionada sobre o couro cabeludo gera pulsos magnéticos breves — da mesma ordem de intensidade de um exame de ressonância magnética — que atravessam o crânio sem atenuação e induzem corrente elétrica em neurônios a até 2–3 cm de profundidade.

Dependendo da frequência e do padrão dos pulsos, é possível aumentar ou reduzir a excitabilidade de uma área cortical específica. O efeito persiste além do período de estimulação — é essa neuroplasticidade induzida que gera o benefício clínico.

Parâmetros que definem o efeito

A mesma bobina, sobre o mesmo ponto, produz efeitos opostos dependendo do protocolo escolhido. Isso é o que diferencia a EMT de qualquer outra intervenção não farmacológica: especificidade de circuito e de efeito.

Alta frequência
≥ 5 Hz
Excitatória — aumenta atividade do circuito-alvo
Baixa frequência
≤ 1 Hz
Inibitória — reduz atividade do circuito-alvo
Theta burst
TBS
Protocolo acelerado — mesmos efeitos em menos tempo
Histórico

Quatro décadas de evidência científica

85
1985 · Sheffield, Reino Unido
Anthony Barker desenvolve o primeiro estimulador magnético transcraniano e demonstra a capacidade de ativar o córtex motor humano de forma não invasiva.
96
1996 · Primeiros estudos em depressão
Surgem os primeiros ensaios clínicos randomizados demonstrando efeito antidepressivo da EMT repetitiva sobre o córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo.
08
2008 · Aprovação FDA
A agência regulatória americana aprova a EMT para tratamento da depressão maior — marco que consolida a técnica como opção terapêutica de primeira linha.
11
2011 · Regulamentação no Brasil
O Conselho Federal de Medicina regulamenta a EMT pelo Parecer nº 37/2011, reconhecendo sua validade científica e condições de uso clínico no país.
25
Hoje · Joinville, SC
A EMT chega a Joinville com protocolo neurológico especializado, focado nas condições de maior prevalência: Parkinson, demências, depressão e dor crônica.
Resultados esperados

O que a evidência mostra para cada condição

Doença de Parkinson

Motor

Circuitos dos gânglios da base e do córtex motor ficam hipersincronizados no Parkinson, gerando rigidez, lentidão e instabilidade. A EMT sobre o córtex motor primário e o córtex pré-frontal dorsolateral modula essa sincronização patológica, melhorando a fluidez do movimento.

Os benefícios complementam a medicação dopaminérgica, podendo ampliar a janela de resposta — particularmente útil em pacientes com flutuações motoras.

Melhora motora objetiva (UPDRS) 60–70% dos pacientes

Demência e declínio cognitivo

Cognitivo

A EMT estimula redes frontais e têmporo-parietais ligadas à memória episódica e às funções executivas. Em fases iniciais e moderadas, o objetivo é reforçar circuitos ainda funcionais antes que a degeneração avance — preservar função por mais tempo.

Estudos recentes mostram benefício tanto em Alzheimer quanto em declínio cognitivo leve, com melhora mensurável em testes de memória e atenção após um ciclo de 20 sessões.

Estabilização ou melhora cognitiva 50–65% dos pacientes

Depressão resistente

Humor

A depressão está associada a hipoatividade do córtex pré-frontal dorsolateral esquerdo. A EMT de alta frequência sobre essa área restaura progressivamente a ativação do circuito, com efeito antidepressivo documentado — inclusive em pacientes que não responderam a dois ou mais antidepressivos.

É a indicação com maior nível de evidência, reconhecida pelo CFM e com aprovação regulatória em múltiplos países. O protocolo padrão compreende 20 a 30 sessões.

Taxa de resposta clínica 50–60% dos pacientes
Remissão completa ~30% dos pacientes

Dor crônica e neuropática

Dor

Na dor crônica, circuitos de modulação descendente perdem eficiência — o cérebro deixa de suprimir adequadamente os sinais de dor. A EMT sobre o córtex motor primário contralateral ativa esses sistemas de inibição endógena, reduzindo a intensidade da dor percebida.

Eficaz em dor neuropática periférica, síndrome do membro fantasma, fibromialgia e dor central pós-AVC — condições onde opções farmacológicas frequentemente não oferecem alívio suficiente.

Redução significativa da dor (EVA) 40–60% dos pacientes
Responsável

Quem realiza

WK
Dr. Wladimir Kummer
Neurologista · Instituto REAGE
Joinville, SC
CRM 18221 SC

O próximo passo é uma avaliação

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